As telas estão ganhando. O cirurgião-geral dos EUA acabou com isso.

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Tempo de tela. Isso corrói todo o resto. Um novo comunicado do Gabinete do Cirurgião Geral dos EUA alerta que o envolvimento digital excessivo ameaça a saúde física e mental das crianças. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos divulgou na quarta-feira. Nota: não há um cirurgião geral oficial no momento. A administração Trump retirou um candidato anterior e não escolheu um substituto. De qualquer forma, o relatório existe nesse vácuo.

As crianças na América começam a assistir telas antes mesmo de completarem um ano de idade. Por status de adolescente? Eles passam mais horas colados aos dispositivos do que sentados nas salas de aula. Não está nem perto.

“Para muitas crianças, as telas dominam a vida diária.” – RFK Jr.

Robert F. Kennedy Jr. disse isso na quarta-feira. Ele é o secretário de Saúde e Serviços Humanos. Ele falou sobre o ciclo: acordar diante de uma tela, dormir diante de uma tela. No meio, ele diz que a saúde física apodrece. Fraturas de saúde mental. O desempenho acadêmico cai. As habilidades sociais desaparecem. Está acontecendo com uma geração inteira.

Kennedy vincula o brilho aos baixos níveis de atividade. Ele aponta para picos de ansiedade e depressão. O aviso não é uma lei, no entanto. Não força mudanças. É um documento de orientação. Um empurrãozinho para legisladores, escolas e pais. Os funcionários do HHS chamam isso de kit de ferramentas. Existem diretrizes internas. Sugestões para restringir o uso. A Academia Americana de Pediatria já apoia isso. Eles sugerem não usar telas nos primeiros 18 meses, exceto videochamadas. Mantenha os limites rígidos para os mais jovens.

Mas as proibições gerais são confusas. Especialistas argumentam que o “tempo de tela” não é um monólito. Rolar nas redes sociais dói. O TikTok de rolagem da destruição à meia-noite arruína o sono e o foco. Os jogos podem isolar. A TV pode entorpecer. Ainda está usando um tablet para construir um projeto científico? História totalmente diferente. O contexto muda tudo. Tamanho único não cabe em nenhum.

Essa nuance impede o pânico? Não. A ansiedade em relação às crianças e aos dispositivos está crescendo. As escolas estão confiscando telefones. Leis globais estão agindo para bloquear crianças com idades inferiores a aplicativos de mídia social. O medo é real. A reação também.

Kennedy ampliou a lista de alvos em sua declaração. Não são apenas mídias sociais. Ele apontou para jogos, jogos de azar online, chatbots. O “ecossistema digital completo”. Smartphones. Comprimidos. Qualquer interface que tire o cérebro do mundo real e coloque-o no virtual.

O conselho para os pais? Faça um plano de mídia familiar. Escreva as regras. Quando as telas podem ser usadas? Como? Os prestadores de cuidados de saúde devem começar a perguntar sobre hábitos digitais, da mesma forma que perguntam sobre dieta ou exercício. Mais pesquisas também são necessárias. Ainda não sabemos os danos a longo prazo. Empresas de tecnologia? O relatório diz que eles precisam alertar os usuários. Sobre o perigo. Do próprio produto.

Isso parece um trabalho pesado.

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