Slow Food para Escolas

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Correções rápidas falham. Nós sabemos disso. A melhoria escolar raramente sobrevive ao sprint. Ele sobrevive à maratona.

As Escolas Paroquiais de East Baton Rouge (EBR), na Louisiana, tentaram algo diferente. Eles trataram a reforma matemática como um gumbo. Não é fast food. Gumbo.

Requer paciência. Bons ingredientes. Tempo na panela.

Judith Rhodes e Suzanne Navo expõem a lição. Parcerias não são transacionais. Eles são relacionais. O esforço da EBR prova isso. Eles não trouxeram um consultor. Eles construíram uma mesa.

A equipe da cozinha

Três cozinheiros.

  1. Escolas EBR
  2. Louisiana State University (Centro de Pesquisa e Avaliação Social)
  3. Educação para a descoberta

A Fundação Gates financiou-o através do AIMS Collaboratory. Claro, houve desenvolvimento profissional. Treinamento. Processamento de dados. Mas a verdadeira história não é a tecnologia ou as planilhas.

É a parceria.

Sem isso? Nada funciona. Com isso? Os professores vencem. As crianças vencem. A estrutura se mantém.

Por que o local é importante

O EBR é enorme. Quarenta mil alunos. Oitenta e oito escolas. Segundo maior distrito do estado.

Complexidade? Alto. Pobreza? Significativo. Diversidade? Abundante. Os alunos da língua inglesa estão crescendo rapidamente.

As pontuações em matemática precisam ser melhoradas.

Num distrito como este não é possível enviar uma solução pré-embalada. Você cozinha com eles. Dentro do seu contexto. O caos deles. A realidade deles.

A receita

Parceria é sabor.

Não é uma palavra da moda. É um método.

  • Valores compartilhados.
  • Comunicação honesta.
  • Liderança que realmente apoia o trabalho.
  • Uma agenda co-criada, não transmitida.
  • Feedback que chega e é importante.
  • Respeito pela experiência específica de cada parceiro.

A pesquisa e a prática deixam de ser estranhas. Eles conversam. Em tempo real.

O que há no pote?

Trazer pessoas para uma sala não é uma parceria. É uma reunião.

Um verdadeiro RPP cria estrutura para as perguntas certas. Os praticantes perguntam a eles. Os pesquisadores garantem que as respostas sejam rigorosas.

Quem contribuiu?

  • 1.096 estudantes entrevistados
  • 83 professores
  • 37 alunos

Eles trouxeram dados do Math Mind Measures e do DreamBox. Pontuações dos testes estaduais. Reflexões do professor.

A mistura era espessa.

Agitando-se em meio à tempestade

Três anos. Muitos obstáculos.

Os líderes partiram. A burocracia atrapalhou. Os conselhos escolares exigiram aprovação.

O gumbo quase transbordou.

É por isso que os parceiros são importantes. A melhoria não é apenas técnica. É humano. Processual.

Quando os sistemas tremem, o objetivo permanece. Melhor aprendizado de matemática. A receita se manteve.

Construa confiança primeiro

Comece antes do trabalho começar.

Você não pode confiar na confiança no final de uma intervenção. Você constrói desde o primeiro dia.

Um distrito conhece o currículo. Os pesquisadores conhecem métodos. Os parceiros tecnológicos conhecem a implementação.

Quem ganha?

Todos eles.

Sem silos. Sem hierarquia. Apenas decisões melhores.

Olhando mais profundamente

Matemática não são apenas números.

A pesquisa Math Mind Measures foi investigada. Ansiedade? Desmotivação? Autoeficácia? Valor utilitário?

As pontuações dos testes perdem essas coisas. Eles dizem a você o quê. A parceria encontrou o porquê.

Os alunos se sentiram mais engajados. Menos medo. Os dados mostraram isso.

Seguiu-se aprendizagem profissional. Intensivo. Plurianual. Não é um workshop de um dia.

O treinamento aconteceu nas escolas. Em todo o distrito. Um a um.

Foi uma bagunça. Iterativo. Um ciclo entre treinadores, professores, pesquisadores e a equipe técnica.

As evidências alimentam a ação. A ação alimentou novas evidências.

Os resultados

Os números não mentem.

84 escolas. 180 professores. Quase 40.000 crianças.

“Álgebra 1 pronta”? Até 14%.

Professores? 85% notaram melhorias em seu próprio ensino.

Encorajador? Sim.

Mas o processo é mais importante do que os pontos percentuais. Eles não adivinharam. Eles mediram. Eles refletiram. Eles se ajustaram.

A conta está paga

O conhecimento permaneceu por aí.

A parceria não parou nos dados. Publicou guias. Deu palestras em conferências. Treinamento atualizado.

Os financiadores viram resultados. Os professores tinham ferramentas.

As parcerias entre pesquisa e prática tornam o trabalho mais inteligente. Tempos de resposta mais rápidos. Não há contratos acadêmicos longos que atrasem as coisas.

A sustentabilidade supera a velocidade.

Gumbo não é apressado. Se você tentar, queima.

Mas espere. O resultado vale a pena.

Ou não? Talvez a questão não seja o sabor.

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